sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Em defesa do casamento by Rodrigo Constantino - Em tempos de Carnaval e hedonismo, de apetites e emoções como os únicos guias das ações individuais, de promiscuidade total, não deixa de ser confortante ler uma visão clássica sobre o bom e velho casamento..."

Em defesa do casamento by Rodrigo Constantino - Em tempos de Carnaval e hedonismo, de apetites e emoções como os únicos guias das ações individuais, de promiscuidade total, não deixa de ser confortante ler uma visão clássica sobre o bom e velho casamento..."
Em defesa do casamento by Rodrigo Constantino - Em tempos de Carnaval e hedonismo, de apetites e emoções como os únicos guias das ações individuais, de promiscuidade total, não deixa de ser confortante ler uma visão clássica sobre o bom e velho casamento..."

"...Em tempos de Carnaval e hedonismo, de apetites e emoções como os únicos guias das ações individuais, de promiscuidade total, não deixa de ser confortante ler uma visão clássica sobre o bom e velho casamento. Que seja eterno enquanto dure. E que dure para sempre!"

Clique no link abaixo para acessar o artigo:
http://familiacalvinista.blogspot.com.br/2014/02/em-defesa-do-casamento-by-rodrigo.html

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

R$ 1.000.000,00 (Hum Milhão de Reais mentalmente e de ficção) quem conseguir responder esta pergunta? por que é mais difícil ver uma foto na imprensa de Dalva da Costa Santos, a copeira assaltada, do que uma do Saci Pererê?

Coluna

Rodrigo Constantino

Análises de um liberal sem medo da polêmica

Dalva: a face oculta da imprensa. Ou: Negra é a cor da ideologia

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O caso do ator Vinicius Romão, preso injustamente após ser confundido com o ladrão pela própria vítima, a copeira Dalva, continua tendo forte repercussão. O ator esteve no programa de Fátima Bernardes na TV Globo, e conversou por telefone com Dalva, a quem disse não guardar rancor e perdoar. Atitude nobre, como a de seu pai, que havia dito o mesmo antes.
 
Mas parte da imprensa e dos movimentos “sociais” quer sangue. Como abutres, buscam carniça em todo lugar, e vislumbraram no lamentável episódio uma incrível oportunidade de disseminar todo o seu rancor, apelando para a cartada racial – que muitas vezes trai um racismo às avessas. Tentaram, durante a primeira entrevista do ator, por três vezes forçá-lo a falar de racismo, coisa que ele habilmente evitou.
 
Gustavo Nogy, em sua página do Facebook, fez uma ótima análise da situação:
 
VINÍCIUS ROMÃO, ator, foi preso há duas semanas sob suspeita de ter roubado e agredido Dalva Maria da Costa, na zona norte do RJ. A vítima acreditava ter reconhecido, no ator, o criminoso: mesma cor de pele, mesmo tipo de cabelo. Ocorre que o suspeito é negro e, subitamente, o país começa a arder em indignações. O inclassificável Jean Wyllys decreta: “O crime dele é ser negro”, e exige a imediata liberdade do rapaz. Amigos exigem liberdade. Apresentadores de telejornal exigem liberdade.
 
A depender das boas almas, todo negro suspeito só é suspeito por ser negro e – ipso facto – deveria ter sua liberdade assegurada sem demais averiguações. Se para uns – os brancos, os maus – ele é criminoso por ser negro, para outros – as boas almas, negras ou não – ele é inocente por ser negro. Negra é a cor da ideologia. 
 
Duas semanas se passam e a vítima reconhece a confusão. Em novo depoimento, retira a acusação e confessa ter se enganado. Vinícius Romão está livre. Enquanto a militância se desfaz em esgares e contorcionismos ideológicos e exige retratação da vítima, das autoridades, dos brancos, das capivaras, uma outra figura aparece em cena: Jair Romão, pai de Vinícius. E diz o seguinte: “Não ficou mágoa em relação a ela [Dalva]. Qualquer um pode se confundir, ela foi assaltada, estava sob forte estresse emocional. Sinceramente, não considero preconceito. A vítima descreve um homem com as mesmas características de Vinícius, um homem negro com cabelo black power, a polícia procura dentro das características que a vítima informou, se fosse um branco, um moreno, ia dar no mesmo”.
 
A resposta é de uma nobreza desconcertante. Militantes, como babuínos, às voltas de Vinícius com a fome e a sede de quem quer ter um exemplar à mão. E o pai de Vinícius, com sabedoria digna de almas realmente decentes, frustra a todos. Cor de pele realmente não é, nem nunca foi, signo de bom ou mau caráter. No entanto, quem sabe disso não são os militantes capitaneados por Jean Wyllys, mas o pai negro do ator negro que teria todos os motivos do mundo para trombetear a injustiça. E, dignamente, não o fez. Como a boa alma que verdadeiramente é, ao contrário daquelas outras boas almas que, convenhamos, nunca verdadeiramente o serão.
 
Com isso tudo em mente, surge uma pergunta incômoda que não sai da cabeça: por que é mais difícil ver uma foto na imprensa de Dalva da Costa Santos, a copeira assaltada, do que uma do Saci Pererê? Dalva é mais invisível para a imprensa do que o personagem criado por H.G. Wells. Ninguém conhece sua face!
 
A GloboNews fez uma simulação do assalto mostrando no desenho uma moça branca. Será? Ou será que se mostrarem uma mulher negra o burburinho todo de racismo, que a própria vítima presa injustamente rejeita, ficaria murcho e prejudicado?
 
Rodrigo Constantino
 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

(Vídeo) - Escolhemos este vídeo: "Despedida de Rachel Sheherazade no Tambaú Notícias " para demonstrar o respeito e admiração para esta grande jornalista e cristã Rachel Sheherazade em nome da equipe do ICEC - Instituto de Cultura e Educação Calvinista

(Vídeo) - Escolhemos este vídeo: "Despedida de Rachel Sheherazade no Tambaú Notícias " para demonstrar o respeito e admiração para esta grande jornalista e cristã Rachel Sheherazade em nome da equipe do ICEC - Instituto de Cultura e Educação Calvinista

Clique no link abaixo para acessar o vídeo:
http://jornalismoreformacional.blogspot.com/2014/02/video-nosso-video-de-respeito-e.html



"Cidadãos de bem", por que não? por Norma Braga

"Cidadãos de bem", por que não?
 por
Há alguns anos, tomei um susto quando ouvi, de um crente, críticas indignadas a um autor também crente pelo uso da expressão "cidadãos de bem". Nunca tinha percebido as pesadas implicações dessa crítica, até agora, quando a vejo empunhada aqui e ali, em artigos e até no Facebook, contra Rachel Sheherazade, por causa de seu desabafo sobre o menor que foi preso a um poste por um grupo de justiceiros.

Antes de mais nada, deixo claro que abomino a vingança pelas próprias mãos. A Bíblia o proíbe (Rm 12.9) e, em caso de crime, ordena que o Estado puna os criminosos (Rm 13.3-4), como expliquei aqui. Creio que Sheherazade também pensa assim, embora, em sua indignação, tenha se expressado de modo a dar espaço para as distorções desonestas. (Minhas opiniões sobre sua recente declaração podem ser resumidas nesse artigo de Reinaldo Azevedo.)

Trago um exemplo flagrante dessas distorções, vindo de nossos arraiais evangélicos. Em um artigo na internet, publicado em site mais que suspeito (palanque para teólogos liberais!), Sheherazade é comparada a Hitler e Stálin por adotar um discurso de "legitimação da eliminação do outro" que pretende "legitimar toda ação que escapa às fronteiras da justiça institucional". Para seu autor, "cidadão de bem" é "um construto, um instrumento que serve para para identificar, e principalmente selecionar, quem deverá ficar de fora do arco simbólico da ética". Em seguida, sem maiores explicações, passa a referências ao antissemitismo na Alemanha nazista e às condenações injustas citadas por Alexander Soljenítsin em O arquipélago Gulag.

São alhos com bugalhos! A ideia subentendida é de que Sheherazade adotou o mesmo discurso separatista usado nos regimes totalitários. A pequena diferença é que, no caso do menor, os crimes eram reais (o que não significa apoio ao justiçamento, repito!). O totalitarismo é uma máquina de invenção de crimes, uma realidade paralela que se impõe forjando passado, presente e futuro, para que seja mau aquilo que o governo chamar de mau. A discriminação dos bodes expiatórios, nesses regimes, obedece à lógica dos amigos e dos inimigos dos governantes, não à lógica da lei. E nosso país, depois de doze anos de petistas no poder, tem sido posto sob a primeira lógica - esta sim, totalitária e geradora de violências, sobre a qual o articulista nada fala.

Não me consta que Sheherazade tenha defendido justiçamentos, mas sim apontado para o fato de que eles são uma consequência direta da impunidade no Brasil. E quem pode punir os criminosos? Releia sua Bíblia: o Estado. A população do Rio de Janeiro já não aguenta mais ver a cara dos mesmos ladrões, dia após dia, assaltando as mesmas pessoas nas mesmas ruas em um ciclo de prende-e-solta sem fim. Entre os moradores, eles chegam a ser conhecidos pelo nome! E ninguém faz nada. Menores no Brasil são inimputáveis; os marginais maiores podem usá-los à vontade para o tráfico de drogas e demais crimes. Isso é injusto. O governo brasileiro deveria ter previsto que sua passividade (seria intencional?) um dia explodiria no retorno dos grupos de justiceiros - algo que só temos a lamentar.

Rachel se explicou melhor aqui, mas, para quem já percebeu a cruel ideologização do debate sobre a violência, nem precisava. O problema é que, acostumados com uma cultura de justificação do banditismo, os que sempre associam o criminoso ao "oprimido" acabam se voltando contra a mensageira, não contra a mensagem. Com isso, desviam a atenção dos reais responsáveis e transferem a culpa da violência para questões de linguagem: aqueles malditos conservadores que acreditam nos "cidadãos de bem"!

Alguns - cristãos incluídos - ficaram chocados com a frase da jornalista: "Está com pena? Leva o bandido para casa." Não gosto dessa formulação, de fato; mas, se queremos ser honestos, a fala deve ser entendida no contexto bem brasileiro da glamourização dos criminosos - que raramente recebe críticas indignadas, mas que, em um exame atento, é o corrosivo a esgarçar o tecido social há décadas em nosso país. Eis a razão de tanto ódio contra Sheherazade - seu apontar implacável, em cadeia nacional, para o que Olavo de Carvalho já tinha detectado em um de seus melhores artigos. Veja o que está por trás dessa pudica aversão ao "cidadão de bem":

Humanizar a imagem do delinqüente, deformar, caricaturar até os limites do grotesco e da animalidade o cidadão de classe média e alta, ou mesmo o homem pobre quando religioso e cumpridor dos seus deveres — que neste caso aparece como conformista desprezível e virtual traidor da classe —, eis o mandamento que uma parcela significativa dos nossos artistas tem seguido fielmente, e a que um exército de sociólogos, psicólogos e cientistas políticos dá discretamente, na retaguarda, um simulacro de respaldo "científico". (...) Por enquanto, se queremos ver o nosso Rio livre do flagelo do banditismo, a primeira coisa a fazer é não dar ouvidos àqueles que, por terem colaborado ativamente para a disseminação desse mal, por mostrarem em seguida uma total incapacidade de arrepender-se de seu erro, e finalmente por terem o descaramento de ainda pretender posar de conselheiros e salvadores, perderam qualquer vestígio de autoridade e puseram à mostra a sua lamentável feiúra moral.

Quando transportada para terreno cristão, a corrosiva semente marxista gera frutos vergonhosos. Contrapondo-se à frase de Sheherazade, um pastor no Facebook declarou: "Quando estava na cruz, Cristo decidiu levar um bandido para casa." Ele só esqueceu de acrescentar que se tratava de um bandido arrependido, ou seja, de um ex-bandido, um irmão. Já fiz parte de uma igreja em que havia um ex-traficante. Vi conversão sincera em seus olhos e em um culto, uma vez, eu o abracei e lhe disse que meus pecados não eram menos graves que os dele. Isso está corretíssimo do ponto de vista teológico, mas não pode ser aplicado à esfera jurídica - se não, teríamos o caos, o fim da civilização.

A argumentação do acadêmico e do pastor seduz um bom número de cristãos justamente por causa desse "transbordamento" da esfera teológica para a esfera jurídica - e chego a crer que o apóstolo Paulo, na carta aos romanos, estava justamente tentando prevenir que os primeiros cristãos de Roma confundissem o perdão dos pecados com ausência de punição de crimes. Hoje, quase dois mil anos depois, cristãos contemporâneos - muitas vezes sem se dar conta - se escoram na cultura do politicamente correto, descendente do marxismo, para emitir ideias que desprezam a Bíblia, a tradição cristã e a sensatez. Esses crentes confusos se perguntam: ora, se todos são pecadores, como falar em "cidadãos de bem"? Simples: "cidadãos de bem" são os que não praticam crimes, não os que não cometem pecado. Todo mundo quebra a lei divina, mas nem todo mundo quebra leis humanas. São esferas diferentes, e a Bíblia prevê isso (leia Romanos de novo!). O perdão divino não anula a responsabilidade humana de punição ou reparação. Da mesma forma, o cidadão mais correto do mundo perante as leis humanas continua a ser um pecador abominável perante Deus, caso não se arrependa e não creia em Cristo. Contra todos os pecados, perdão de Deus e perdão entre seus filhos, mútuo; contra todos os crimes, punição estatal diante dos homens.

Anular a distinção entre esfera jurídica e esfera teológica tem sido a armadilha perfeita em que caem alguns cristãos que ainda precisam formar uma cosmovisão adequada. Pecador não deve ser confundido com criminoso. Agora, há um aspecto muito perverso na invenção da armadilha. Os adoradores da religião marxista não querem a divisão do mundo entre criminosos e não-criminosos. Essa divisão não só é vital para o Direito, para a Justiça, para a Lei, limites que todo revolucionário odeia; mas, acima de tudo, compete com outra, aquela pela qual eles juram: opressores e oprimidos. Na religião politicamente correta, essas são as categorias pelas quais se deve compreender o mundo e escolher seu "lado". Eis o quadro:

OPRESSORES são sempre a classe alta, o empresariado, a classe média, o branco, o heterossexual, o homem, a polícia.

OPRIMIDOS são sempre as classes baixas, o pobre, o empregado, o negro, o gay, a mulher, o bandido.

Se algum representante desses grupos está em desavença contra o outro, simples: o vitorioso deve pertencer sempre ao rol dos "oprimidos". Assim fica fácil fazer justiça, não é?

Esquerdistas muitas vezes têm um discurso empolado, cheio de palavras eruditas, mas o invólucro tortuoso apenas oculta esse simplismo imoral que embasa seus posicionamentos. Um simplismo que ativa reações previsíveis de empatia pelos oprimidos e ódio pelos opressores - não importa se, em cada caso em questão, as posições estejam invertidas: se é um negro a despejar preconceitos sobre um branco; se é um funcionário mentindo contra a empresa perante o juiz; se é um grupo de "terroristas sociais" vandalizando nas ruas até causar a morte de um inocente. Todos se erguem vociferosos contra a surra do menor (bandido oprimido), mas se calam diante da morte do jornalista Santiago (mídia opressora). Os valor da vida é medido e avaliado segundo o pertencer a uma "classe". Pessoas se tornam símbolos (explico isso melhor em meu livro A mente de Cristo). O levante dos Black Blocs - antiburguês, antissistema, antitudo enfim - parece desculpar qualquer eventual violência. Quem sente ou pensa assim é cúmplice da morte de Santiago, como bem mostram Reinaldo Azevedo e Solano Portela.

A Bíblia é clara: Romanos 3.23 ("todos pecaram e carecem da glória de Deus") e Romanos 13.3-4 ("os governantes não devem ser temidos, a não ser pelos que praticam o mal") são versículos que não se anulam. No primeiro, pecado é tudo o que atenta contra a lei de Deus; no segundo, "praticar o mal" é cometer crimes que precisam ser punidos pelo Estado. Isso é beabá de teologia. Só quem está contaminado pelo vírus politicamente correto é que não percebe a confusão.

Se você, cristão, não tem bradado por justiça, comece desde já; é seu dever tanto denunciar a interdição do debate quanto promovê-lo - sobre isso, leia esse artigo excelente de Franklin Ferreira, publicado na revista Teologia Brasileira. E atenção: você pode usar a expressão "cidadão de bem" para significar "pessoa que não comete crimes", desde que não atribua a isso uma conotação de pureza espiritual. Por outro lado, não pode confundir a percepção cristã de que todos somos pecadores com a imoralidade ideológica que nivela a todos em relação à lei humana, paralisando o uso da força punitiva e promovendo impunidade. Pregue o Evangelho para o bandido, mas não adote ideias que justifiquem seus crimes - algo que, no final, corromperá a própria pregação do Evangelho.

Fonte:
http://normabraga.blogspot.com.br/2014/02/cidadaos-de-bem-por-que-nao.html

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

A luta de classes no Brasil por Olavo de Carvalho

A luta de classes no Brasil

por Olavo de Carvalho

A luta de classes, no Brasil, não é entre operários e patrões. É entre o lumpenproletariat que Marx abominava e a maioria da população, especialmente a classe média, aí incluída uma boa parcela do operariado, se não ele todo.

Cada uma dessas facções tem seus aliados permanentes. A primeira tem, acima de tudo, o governo e os partidos de esquerda que o dominam. Aí mesclados, vêm logo os intelectuais acadêmicos e os estudantes universitários.

Destes últimos, cinquenta por cento, segundo um cálculo otimista (v. http://blog.portalexamedeordem.com.br/blog /2012/11/pesquisador-conclui-que-mais-de-50-dos-universitarios-sao-analfabetos-funcionais/), são considerados analfabetos funcionais.

Excluídos irremediavelmente da alta cultura, e não tendo a menor idéia de que são vítimas de si mesmos, encontram no ódio projetivo à sociedade o alívio de uma culpa recalcada no mais fundo do seu inconsciente. Sentem por isso uma afinidade instintiva com os bandidos, drogados, narcotraficantes, prostitutas, prostitutos e outros marginais.

A terceira faixa de aliados do lumpen são as ONGs, as fundações bilionárias e os organismos internacionais, que não cessam de nos impor leis e regulamentos que praticamente inviabilizam a ação da polícia e desarmam a população, a qual assim não tem meios de defender-se nem de ser defendida.

Em seguida, vem a grande mídia, que, mesmo onde discorda do governo em algum ponto de seu específico interesse, não deixa de fazer eco passivo aos mesmos critérios de julgamento moral que orientam os governantes, aplaudindo, por exemplo, a senadora Benedita da Silva quando esta se debulha em lágrimas por um bandidinho estapeado e amarrado a um poste e não diz uma palavra quanto à menina queimada viva no Maranhão ou, mais genericamente, quanto aos setenta mil brasileiros assassinados por ano.

O alto clero católico, por meio da CNBB, comunga dos sentimentos da senadora Benedita. Vêm, por fim, os patrões, os capitalistas, os burgueses. Estes não costumam pronunciar-se de viva voz nessas questões, mas, como aliados e colaboradores ao menos passivos do governo, dão sustentação econômica e psicológica à política pró-lumpenproletariat.

A outra facção – isto é, o restante da população brasileira – encontra apoio em mais ou menos uma dúzia de jornalistas, radialistas e blogueiros execrados pelo restante da sua categoria profissional, entre os quais eu mesmo, o Reinaldo Azevedo, a Rachel Sheherazade, o Felipe Moura Brasil, o Rodrigo Constantino, a Graça Salgueiro.

Tem também algum respaldo – tímido – nas polícias estaduais, em alguns púlpitos evangélicos isolados e ainda em dois ou três parlamentares, como Jair Bolsonaro e Marcos Feliciano, que na Câmara Federal imitam João Batista pregando aos gafanhotos. That’s all, folks.

Nada pode caracterizar melhor a presente situação do que a total inversão das proporções, em que os nominalmente desamparados recebem todo amparo do establishment enquanto a população inerme se torna a imagem odienta do opressor capitalista.

No caso do garoto amarrado no poste, a reação indignada contra os populares que ousaram "fazer justiça com as próprias mãos" partiram especialmente de pessoas que, quatro décadas atrás, faziam exatamente isso.

Entretanto, ninguém, no parlamento ou na mídia, terá a coragem de espremer a presidente Dilma na parede com a pergunta: Quando você assaltava bancos estava cometendo uma injustiça ou fazendo justiça com as próprias mãos? Tertium non datur.

No entender do nosso governo, só quem tem o direito e até o dever de fazer justiça com as próprias mãos quando acha que a Justica falha são os terroristas de esquerda, como José Genoíno e a própria Dilma. Esses têm o direito até de condenar à morte e executar a sentença. Os outros têm a obrigação de aceitar resignadamente o homicídio, o roubo, o estupro como se fossem fatalidades da natureza.

Mais significativo ainda é que, quando a Rachel Scheherazade, com lógica inatacável, explicou a agressão ao delinquentezinho como reação espontânea e quase inevitável de uma população desprovida de proteção estatal, os mesmos que criaram essa situação tenham saído gritando "Apologia do crime! Apologia do crime!", como se eles próprios não viessem há décadas fazendo a apologia dos terroristas que um dia, sentindo cambalear muito menos do que hoje a ordem legal, tomaram a justiça nas suas próprias mãos.

Todas as idéias e atitudes do grupo pró-lumpen, especialmente as dos professores e estudantes universitários, explicam-se por dois fatores igualmente endêmicos: o analfabetismo funcional e o fingimento histérico. Ambos, intimamente associados, deformam o sentido de todas as comunicações verbais e invertem a ordem da realidade.À aliança de marginais, governo, ONGs, capitalistas, igreja, mídia e intelectuais, chamam "povo oprimido". Ao restante, denominam "minoria privilegiada".

De todas as classes que compõem a sociedade brasileira, só uma ainda não tomou partido nessa guerra: as Forças Armadas. Seu silêncio pode tanto refletir uma indecisão perplexa quanto um ódio contido.

Na primeira hipótese, quando acabará a indecisão? Na segunda, ódio a quem? As Forças Armadas são o fiel de balança. O futuro depende inteiramente delas.


Olavo de Carvalho é jornalista, ensaísta e professor de Filosofia

Fonte:
http://www.dcomercio.com.br/2014/02/09/a-luta-de-classes-no-brasil

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Jornalista desabafa sobre polêmica de seu comentário sobre jovem preso a poste

Jornalista desabafa sobre polêmica de seu comentário sobre jovem preso a poste

Imagem: Reprodução/Yvonne Bezerra de Mello/Arquivo Pessoal
 
 
A jornalista Rachel Sheherazade, âncora do jornal ‘SBT Brasil’, conhecida por suas opiniões fortes, gerou muita polêmica em vários segmentos da sociedade ao falar sobre o episódio de um adolescente, de 15 anos, ter sido preso pelo pescoço com uma tranca de bicicleta, a um poste no Aterro do Flamengo, Zona Sul do Rio de Janeiro. Segundo relatos, o ato foi praticado por “justiceiros”. Clique aqui e assista ao comentário da jornalista.
 
Entenda o caso
 
Segundo matéria publicada no G1, o menor, que tem três passagens na polícia por roubo e furto, foi levado no dia da agressão com lesões corporais para o Hospital Souza Aguiar, mas acabou fugindo da instituição. Pouco tempo depois, ele se apresentou espontaneamente a um abrigo da Prefeitura. De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Social, o adolescente foi transferido para uma unidade de menores infratores na Zona Norte, porque há um mandado de busca e apreensão contra o mesmo.
Além da exibição de uma justificativa de seu comentário no próprio jornal ‘SBT Brasil’, a jornalista publicou na coluna Opinião, do site da Folha, nesta terça-feira (11) uma resposta sobre sua fala.
 
 
Leia na íntegra:  
 
Imagem: Divulgação/SBT
 
Ordem ou barbárie? 
 
O fenômeno da violência é tão antigo quanto o ser humano. Desde sua criação (ou surgimento, dependendo do ponto de vista), o homem sempre esteve dividido entre razão e instinto, paz e guerra, bem e mal.
 
Há quem tente explicar a violência, a opção pela criminalidade, como consequência da pobreza, da falta de oportunidades: o homem fruto de seu meio. Sem poder fazer as próprias escolhas, destituído de livre-arbítrio, o indivíduo seria condenado por sua origem humilde à condição de bandido. Mas acaso a virtude é monopólio de ricos e remediados? Creio que não.
 
Na propaganda institucional, a pobreza no Brasil diminuiu, o poder de compra está em alta, o desemprego praticamente desapareceu… Mas, se a violência tem relação direta com a pobreza, como explicar que a criminalidade tenha crescido em igual ou maior proporção que a renda do brasileiro? Criminalidade e pobreza não andam necessariamente de mãos dadas.
 
Na semana passada, a violência (ou a falta de segurança) voltou ao centro dos debates. O flagrante de um jovem criminoso nu, preso a um poste por um grupo de justiceiros deu início a um turbilhão de comentários polêmicos. Em meu espaço de opinião no jornal “SBT Brasil”, afirmei compreender (e não aceitar, que fique bem claro!) a atitude desesperada dos justiceiros do Rio.
 
Embora não respalde a violência, a legislação brasileira autoriza qualquer cidadão a prender outro em flagrante delito. Trata-se do artigo 301 do Código de Processo Penal. Além disso, o Direito ratifica a legítima defesa no artigo 23 do Código Penal.
 
Não é de hoje que o cidadão se sente desassistido pelo Estado e vulnerável à ação de bandidos. Sobra dinheiro para Cuba, para a Copa, mas faltam recursos para a saúde, a educação e, principalmente, para a segurança. Nos últimos anos, disparou o número de homicídios, roubos, sequestros, estupros… Estamos entre os 20 países mais violentos do planeta. E, apesar das estatísticas, em matéria de ações de segurança pública, estamos praticamente inertes e, pior: na contramão do bom senso!
 
Depois de desarmar os cidadãos (contrariando o plebiscito do desarmamento) e deixá-los à mercê dos criminosos, a nova estratégia do governo, por meio do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, é neutralizar a polícia, abolindo os autos de resistência.
 
Na prática, o policial terá que responder criminalmente por toda morte ocorrida em confronto com bandidos. Em outras palavras, é desestimular qualquer reação contra o crime. Ou será que a polícia ousará enfrentar o poder de fogo do PCC (Primeiro Comando da Capital) ou do CV (Comando Vermelho) munida apenas de apitos e cassetetes?
 
Outra aliada da violência nossa de cada dia é a legislação penal: filha do “coitadismo”; e mãe permissiva para toda sorte de criminosos. Presos em flagrante ou criminosos confessos saem da delegacia pela porta da frente e respondem em liberdade até a última instância.
 
No Brasil de valores esquizofrênicos, pode-se matar um cidadão e sair impune. Mas a lei não perdoa quem destrói um ninho de papagaio. É cadeia na certa!
 
O ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), o Estatuto da Impunidade, está sempre à serviço do menor infrator, que também encontra guarida nas asas dos direitos humanos e suas legiões de ONGs piedosas. No Brasil às avessas, o bandido é sempre vítima da sociedade. E nós não passamos de cruéis algozes desses infelizes.
 
Quando falta sensatez ao Estado é que ganham força outros paradoxos. Como jovens acuados pela violência que tomam para si o papel da polícia e o dever da Justiça. Um péssimo sinal de descontrole social. É na ausência de ordem que a barbárie se torna lei.
 
Rachel Sheherazade é evangélica desde os 23 anos. Hoje, aos 40 anos, é casada e mãe de um casal de filhos.
 
Deixe o seu comentário no Verdade Gospel.
 
Fonte: Folha e G1
 
Fonte via:
 
 

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Rachel Sheherazade, um bandido pelado e a moral de cueca do PSOL

Rachel Sheherazade, um bandido pelado e a moral de cueca do PSOL
Michael Caceres
O PSOL saiu – com sua moral de cueca – em defesa do bandido espancado, amarado ao poste, pelado, nu e com a mão no bolso. Faz-me rir! Basta lembrar que o partido está por trás do terrorismo moderno chamado Black Blocs. As esquerdas, com as suas ditaduras de opinião, acham convincente defender bandidos e ignorar a sociedade.
Rachel Sheherazade
No caso da jornalista Rachel Sheherazade o problema não é a dita “apologia ao crime”, mas a critica ao bandido.  É papel dos esquerdistas lidar com os fatos através da distorção. Falo caros leitores, da polêmica criada pelo PSOL em torno da opinião de Sheherazade no SBT Brasil de terça (4).
Ao fazer um comentário a favor dos cidadãos que detiveram um assaltante, o agrediram e o deixaram nu e preso com uma trava de bicicleta a um poste, Sheherazade provocou a ira dos intelectuais de esquerda e defensores dos Direitos Humanos.
Antes que prossiga: os leitores — católicos, evangélicos, agnósticos, ateus etc. — conhecem a minha opinião: Sou a favor da justiça, contra a violência, mas sempre favorável à punição de bandido. E ponto! Pode parecer tautológico, mas bandido bom é bandido preso – ou punido, leia-se como achar melhor.
Para começo de conversa, é importante ressaltar que pegar Sheherazade como ícone da “direita” é conveniente às ideologias de esquerda. Afinal, por mais que os cidadãos – os sem máscaras – sejam pressionados pelos fatos distorcidos apresentados pelos ditos intelectuais progressistas, o bom senso da maioria é contra a inversão de valores morais que a esquerda promove.
O PSOL fez um bafafá, o líder do partido na Câmara dos Deputados, Ivan Valente, com muita coragem – se me permitem o trocadilho – ameaçou procurar o Ministério Público e declarou: “Defendo total liberdade de imprensa, mas não a liberdade para mandar torturar, matar, assassinar e fazer justiça com as próprias mãos. Ser anticonstitucional, ilegal e aplaudida, para quê? Atrás do Ibope?”.
Muito bem! As sugestões de Valente não foram citadas por Sheherazade, tudo o que ela disse foi que era “compreensível” a atitude dos cidadãos que prenderam o bandido ao poste. A fala da jornalista foi: “Num país que sofre de violência endêmica, a atitude dos vingadores é até compreensível”, disse. “O Estado é omisso, a polícia desmoralizada, a Justiça é falha… O que resta ao cidadão de bem, que ainda por cima foi desarmado? Se defender, é claro”. Ela ainda completou: “O contra-ataque aos bandidos é o que chamo de legítima defesa coletiva de uma sociedade sem Estado contra um estado de violência sem limite”.
Mas valente fala aquilo que seu partido está familiarizado. O partido tem entre os seus fundadores o italiano Achile Lollo. Jogou gasolina por baixo da porta da casa de um adversário político e meteu fogo. No imóvel, estavam um gari, sua mulher e seis filhos. Dois morreram queimados: Stefano, de 8 anos, e Virgilio, de 22. Entenderam? Faz parte do jogo político do PSOL “torturar, matar, assassinar e fazer justiça com as próprias mãos”.
A jornalista cristã já havia sido alvo do terrorismo dos intelectuais de esquerda em outra ocasião. No ano passado, mais precisamente em 26 de dezembro, no Facebook do filósofo Paulo Ghiraldelli Jr. foi postada a seguinte mensagem: “Meus votos para 2014: que Rachel Sherazedo seja estuprada”. Logo em seguida: “Votos para 2014: que a Rachel Sherazedo abrace bem forte, após ser estuprada, um tamanduá”. Hum? Se os socialistas do PSOL saíram em defesa da jornalista? Evidente que não.
Para um socialista do PSOL a suposta luta contra o preconceito, é apenas uma nuvem de fumaça para esconder o totalitarismo, a ditadura de opinião e as campanhas sorrateiras para inversão de valores morais. Um exemplo desta falsa luta pela liberdade de expressão e pelos direitos sociais está nas manifestações nas ruas. Em São Paulo, por exemplo, o serviço secreto da PM descobriu que militantes do partido estariam recrutando punks para o quebra-quebra durante as manifestações contra o aumento das tarifas no transporte.
O que quer essa gente? Repito: a inversão de valores e o totalitarismo por meio da violência e do terrorismo intelectual. Ou: faz parte da esquerda a imposição de uma luta de classes. Vamos pensar um pouquinho. A guerra de valores na sociedade entre “conservadores” e “progressistas” – estou do lado conservador, antes que me perguntem – tem sempre os partidos de esquerda envolvidos.
Não por acaso, o PSOL tem entre seus militantes Jean Wyllys, ex-bbb, deputado federal e ativista gay. Wyllys é do tipo que veste a camisa do partido. Eis aí. Por isso, busca distorcer fatos, impor o que chama de “direitos” e apresentando sempre uma opinião recheada de preconceito de classes faz da bandeira seu ideal. Tratarei sobre Wyllys no próximo artigo.

Comento:

A fala de Sheherazade é fácil de interpretar, não tem nada de apologia ao crime, mais um desabafo sobre o terror da impunidade e da injustiça que se instaura no Brasil. Vamos por parte.
“Num país que sofre de violência endêmica, a atitude dos vingadores é até compreensível”.
O que é “compreensível” é a busca por justiça, a atitude dos cidadãos em tentar resolver o problema que as autoridades não conseguem resolver. Sheherazade não disse que o justificável é “mandar torturar, matar, assassinar e fazer justiça com as próprias mãos”, mas a atitude de reação contra a violência, por isso ela começa falando sobre a situação do país: “País que sofre de violência endêmica”. E prossegue: “O Estado é omisso, a polícia desmoralizada, a Justiça é falha…”.
A imagem do Brasil e a cara que a imprensa progressista pintou para os cidadãos reflete a sensação de omissão, desmoralização e injustiça. Um Estado omisso, uma polícia desmoralizada e mal paga, com uma Justiça falha, que segue um Código Penal ultrapassado.
“O que resta ao cidadão de bem, que ainda por cima foi desarmado?”. Qualquer criança responde a esta pergunta. O cidadão de bem não vai sair para as ruas usando máscaras e quebrando a cidade. O cidadão de bem não vai colocar fogo na casa do prefeito ou dos representantes do Estado. O cidadão de bem vai buscar: “Se defender, é claro”. Uma pergunta: O que o cidadão de bem faz para proteger sua família?
Ela ainda completou: “O contra-ataque aos bandidos é o que chamo de legítima defesa coletiva de uma sociedade sem Estado contra um estado de violência sem limite”.

Encerro:

Em nenhum momento a jornalista disse que era justificável torturar, matar, pelar – se me permitem a piada – ou qualquer tipo de ação extrema. O que ela diz ser justificável é a busca por justiça diante de um Estado injusto. Mas os palermas não conseguem entender este tipo de fala, não conseguem se posicionar ao lado do cidadão de bem, por isso as críticas, por isso as mentiras, por isso a ira.
É mais justificável tratar o cidadão a paus e pedras – usando máscaras, é claro – do que o bandido como ele merece ser tratado.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
O Rio e o Velho Oeste: Como o Rio lida com assassinos. Como o Velho Oeste lidava com eles.

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Dois vídeos de "incitação à violência" de Ricardo Boechat e "todo mundo" (esquerda) ficou quietinho e a Rachel Sheherazade defende a legítima defesa e "tudo mundo" (esquerda) fica acusando de tudo....

Entendendo a esquerda que odeia Rachel Sheherazade e endossa Ricardo Boechat

boecha

Quando eventos recentes, ocorridos no curso de uma única semana, servem para tornar a vida de um investigador de fraudes intelectuais da esquerda uma moleza, a coisa chega a perder a graça.

Os leitores deste blog viram recentemente a palhaçada histérica feita pela esquerda contra Rachel Sheherazade que, com argumentação lógica, representou muito bem a posição do cidadão comum e humilde vítima de criminosos violentos. Em retribuição, os esquerdistas usaram diversas táticas de assassinato de reputações e patrulhamento ideológico, querendo transformar uma argumentação lógica (e sem nenhum conteúdo focado à incitação de crime, mas em entendimento da situação) proferida pela âncora do SBT em um crime moral. Esse tipo de sensibilidade artificial histérica é um jogo típico que a esquerda joga para censurar seus oponentes. Posts em que tratei a questão incluem:

Pois não é que entra em cena o evento mostrando que a extrema-esquerda, representada pelos Black Blocs, deliberadamente lançou um rojão sobre um cinegrafista da TV Bandeirantes. O repórter, Santiago Andrade, de 49 anos, está em estado grave. E o que isso tem a ver com a questão do bandidinho do poste? Praticamente tudo, pois temos um evento para testar comportamentos de pessoas diante do crime.

Antes precisamos de algumas classes de discurso para estudarmos esse tipo de comportamento. Por exemplo, diante de um crime cometido, podemos ter os seguintes discursos, dentre outros

  • agravação: o crime é mais grave do que os similares cometidos. Por exemplo, o estupro contra um bebê de 9 meses é ainda mais grave do que o estupro de um homem ou uma mulher adulta.
  • atenuação: o crime é considerado menos grave do que os similares cometidos. Por exemplo, a vítima de um crime já havia feito um crime contra seus ofensores. Por isso, se uma mulher estrangular um sujeito que a havia estuprado no passado, ela tem um atenuante.
  • inocentação: o criminoso é declarado como inocente do crime cometido, por diversos motivos.
  • transferência: o crime não foi feito pelo acusado, mas por outra pessoa.
  • justificação: o crime não é considerado um crime, por ter sido avaliado pelo discursante como correto.
  • incitação: o crime não só está correto, como deve ser cometido mais vezes.
Por exemplo, os crimes cometidos pelo bandidinho do poste são muito mais graves do que o crime cometido por aqueles que o amarraram nu ao poste. Entretanto, a esquerda lançou discursos de agravação em relação aos últimos, mostrando que seus valores morais são invertidos. Rachel Sheherazade lançou um discurso de atenuação (e bastante racional) em direção aos que amarraram o bandidinho ao poste. De maneira injustificada (e desonestíssima), a esquerda a acusou de incitação ao crime. 

Mas a coisa não pára por aí. Em relação ao crime cometido contra o cinegrafista, nenhum cidadão em sã consciência poderia lançar qualquer discurso que não o de agravação. Isso por que o cinegrafista não fazia mal a ninguém, e o motivo para lançar sobre ele um rojão é extremamente torpe. Só que temos gente como o jornalista Ricardo Boechat lançando um discurso de incitação às ações dos Black Blocs, que obviamente propagam a moral psicopática, a qual justifica toda e qualquer barbárie cometida pelo seu grupo. Veja abaixo:
O marginal Black Bloc entendeu a mensagem direitinho, especialmente em relação ao quebra-quebra, tanto que o crânio do cinegrafista Santiago foi perfurado. Se ele sobreviver, ficará com graves sequelas.
Abaixo, Boechat usa o discurso de atenuação:
Agora o tal rojão foi “lançado contra ninguém”. O problema é que não é este discurso o que ele usa quando fala da polícia. Para piorar, ele também usa o discurso de transferência, falando em “infiltrados”. Quais infiltrados? Por quem? O problema é que não havia infiltrado algum. Foi realmente um Black Bloc o responsável pela violência inaceitável contra o cinegrafista.
Essa é nossa situação atual: enquanto a jornalista Rachel Sheherazade é injustamente acusada de incitação ao crime (quando na verdade ela apenas fez um discurso muito racional mencionando o atenuante para um crime), jornalistas de esquerda seguem praticando esta incitação ao crime de maneira formal. Mas como defendem grupos com os quais se alinham ideologicamente (Black Blocs, e criminosos profissionais, como o bandidinho do poste), transferem sua mania de incitar crimes contra civis aos outros.

Sendo assim, todo o discurso lançado pela esquerda constitui um gravíssimo crime moral, uma verdadeira aberração ética, na qual temos apologistas do crime lançando sobre os outros as culpas que eles possuem. São os “intelectuais” da esquerda os responsáveis por criar a situação de insegurança extrema no Brasil. E, enquanto fazem isso, lutam contra qualquer um que queira falar algo em prol das vítimas de criminosos violentos.

Pessoas como o cinegrafista Santiago, as vítimas do bandidinho do poste, ou mesmo todos aqueles cidadãos honestos que todos os dias são vítimas de violência urbana (a partir de criminosos profissionais) não tem quem olhe por eles. Os “intelectuais” da esquerda, no entanto, só se preocupam com a segurança dos terroristas marginais e com a integridade física de criminosos violentos, como assaltantes à mão armada, sequestradores e estupradores.

É hora de apoiarmos não apenas Rachel Sheherazade, como todos aqueles que se insurgirem com essa gravíssima inversão de valores, priorizando a defesa de bárbaros. O que precisamos, no fundo, é lutar contra psicopatas que tentam monopolizar a opinião pública, pois aqueles que priorizam o apoio a criminosos violentos e terroristas Black Blocs são pessoas verdadeiramente más, que se deliciam com o sofrimento dos inocentes. Este é o tipo de caráter daqueles que querem destruir Rachel Sheherazade. Em suma, lutamos contra pessoas extremamente cruéis.

Fonte:
http://lucianoayan.com/2014/02/08/entendendo-a-esquerda-que-odeia-rachel-sheherazade-e-endossa-ricardo-boechat/

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

(Vídeo) - Quem financia a esquerda mundial?

(Vídeo) - Quem financia a esquerda mundial?

Um excelente vídeo de 12 minutos mostrando as principais empresas e fundações que financiam a esquerda mundial.


Legendado (Português):


http://generoediversidadenaescola.blogspot.com.br/2014/02/video-quem-financia-esquerda-mundial.html