sexta-feira, 29 de junho de 2012

O novo fascismo


A sinificação: o novo fascismo

by O. Braga

Do ponto de vista ideológico, o que aproxima Barack Hussein Obama de Angela Merkel é a preferência de ambos por um modelo de sinificação da sociedade, que constituiu uma nova forma de fascismo. Podemos dizer, como toda a segurança, que Barack Hussein Obama não é propriamente um socialista de tipo Mário Soares; e podemos dizer também com igual segurança que Angela Merkel não é propriamente uma democrata-cristã ou mesmo uma conservadora: ambos são neofascistas.


O que caracteriza a sinificação — tanto da União Europeia que conduz ao IV Reich, como dos Estados Unidos — é a adopção (grosso modo, mais ou menos, segundo as sociedades) do modelo social e económico chinês, em que a propriedade privada e os meios de produção são detidos por privados, mas são os políticos e os burocratas que tomam as decisões fundamentais em matéria de planeamento económico. Porém, a sinificação vai mais longe e passa a definir os critérios éticos e de moralidade da sociedade: estamos em presença de um novo tipo de fascismo.
Recordo que desde 1973 que o globalista Henry Kissinger defende publicamente a adopção do modelo chinês para todo o mundo.
O novo fascismo de Barack Hussein Obama e de Angela Merkel defende o controlo público da economia embora esta permaneça em mãos privadas. Isto é, exactamente, sem tirar nem pôr, o que aconteceu com o regime nazi — mais ainda do que com o fascismo italiano que era corporativista e, portanto, um pouco menos afoito ao controlo da economia por parte do Estado.
Eram conhecidos os acessos de ira e de raiva de Hitler para com os empresários e industriais alemães, que tinham as margens de lucro dos seus negócios controladas e muitas vezes congeladas pelo Estado. Grandes empresários alemães, como por exemplo Bosch e Porsche, foram muitas vezes o bode-expiatório dos fracassos da política económica e belicista nazi. Com Barack Hussein Obama acontece, mais ou menos, a mesma coisa: se a economia americana vai bem, o sucesso e os louros são de Obama; se a economia vai mal, a culpa é dos empresários. Hitler não fez diferente nem melhor!

A esquerda e o fascismo têm mais em comum do que se pensa. Na década de 1920, a esquerda socialista portuguesa beatificou Mussolini — sob crítica forte e pesada de Fernando Pessoa, por exemplo, que criticou duramente os socialistas e Mussolini. Hitler era, no seu tempo e pela Europa fora, considerado um homem de esquerda!. Só quando os horrores nazis surgiram aos olhos do mundo, é que a esquerda socialista se demarcou de Hitler e de Mussolini — conotando-os depois com a direita!
Angela Merkel cresceu e foi educada na Alemanha comunista; foi, na sua juventude, militante do Partido Comunista alemão e, surpreendentemente, surge na década de 1990 como uma dirigente do partido conservador alemão (CDU). A base ideológica de Angela Merkel é eminentemente totalitária e de esquerda.
A base das ideologias de esquerda — socialismo, fascismo, comunismo, nazismo — é gnóstica, no sentido em que uma minoria de Pneumáticos modernos, sapientes e merecedores da salvação, se devem ocupar dos miseráveis Hílicos que são a maioria da população, governando por decreto, e no sentido de lhes levar alguma da sua sabedoria gnóstica e controlando-lhes os movimentos e a acção, tanto quanto seja possível.
O indivíduo de esquerda considera-se um ente superior, um iluminado — daí a analogia com o Pneumático moderno. E considera que tem uma missão redentora e messiânica no mundo, própria de um semideus, que é a de perscrutar para além das leis da natureza no sentido de, compreendendo-as em primeiro lugar, as poder depois anular nos seus efeitos, e formatá-las a seu bel-prazer, transformando assim essa elite de esquerda no novo Olimpo grego.
Para a esquerda e para os esquerdistas, os factos não contam absolutamente nada. Para a esquerda os factos não existem: existem apenas argumentos; para a esquerda, os argumentos substituem os factos. E se os argumentos forem baseados numa auto-atribuída autoridade de direito — mesmo que desprovida de autoridade de facto —, todas as decisões de esquerda ficam, assim, automaticamente justificadas.


terça-feira, 26 de junho de 2012

Pesquisa revela que evangélicos leem o dobro da população em geral

Pesquisa revela que evangélicos leem o dobro da população em geral

Um estudo realizado recentemente, revelou que os evangélicos brasileiros estão lendo mais. Segundo a pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, incentivados pela leitura bíblica, os evangélicos leem o dobro da população em geral.
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É o caso da contabilista Carolina Dias, que contou um pouco da sua experiência com a leitura, “De fato, conforme você vai lendo, vai querendo saber mais. Acredito que isso aconteça com aqueles que desejam conhecer mais a Deus. Foi o que aconteceu comigo. Eu não gostava mesmo de ler, mas, a partir da leitura da Bíblia, que foi escrita por homens inspirados por Deus, também comecei a ler outros livros que complementasses os ensinamentos.”, relata a jovem de 25 anos.

A perspectiva de crescimento é ainda maior, só no Brasil, são produzidas cerca de 8,5 milhões de Bíblias por ano. O comércio de livros evangélicos também tem crescido expressivamente, principalmente por causa da ascensão da classe C e também pelo crescimento da população evangélica no país.

Segundo informações da Câmara Brasileira de Livros (CBL), o segmento de livros evangélicos representou 14,7% no índice de faturamento do mercado no ano de 2011, o que representou um faturamento de R$479 milhões. Já para 2012, a projeção é crescimento, com a previsão de que os livros cristãos alcancem a marca de R$548 milhões de faturamento.

Fonte: Gospel+


Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/pesquisa-revela-evangelicos-leem-dobro-populacao-geral-37805.html


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terça-feira, 19 de junho de 2012

O Petista e Marxista Haddad, Ministro Educacional do KIT GAY junto com LULA (O Pai do Mensalão e Intocável pelo Supremo Tribunal Federal) e Maluf (Especialista em Transações Financeira no Exterior) formam os Novos Três Patetas na Cidade de São Paulo.

Maluf sorridente, ao lado de Lula, anuncia apoio da direita à candidatura de Haddad


18/6/2012 16:27,  Por Redação - de São Paulo

Maluf

Lula cumprimenta Maluf por apoiar o candidato a prefeito petista de São Paulo, Fernando Haddad


Presidente do PP em São Paulo, o deputado federal Paulo Maluf anunciou, oficialmente nesta segunda-feira, o apoio da legenda de direita à candidatura de Fernando Haddad (PT) para prefeito de São Paulo. O anúncio foi feito na mansão do ex-prefeito paulistano, na Zona Sul da capital, ao lado do ex-presidente Lula. A aliança permitirá a Haddad mais 1m 35s de tempo na propaganda eleitoral de rádio e TV.
– O PP decidiu apoiar o próximo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, porque acreditamos que os problemas de São Paulo não serão resolvidos apenas pela administração municipal, e, sim, em conjunto com o governo federal – disse Maluf, sorrindo, aos jornalistas.

Haddad, por sua vez, disse que a cidade de São Paulo deve ficar acima de possíveis divergências ideológicas entre as duas siglas ao justificar a aliança com o arquirrival da esquerda no país, suspeito de colaborar com a ditadura para o desaparecimento de presos políticos e acusado de desvio de recursos públicos em paraísos fiscais na Inglaterra e no Caribe.

– Não há contradição. Desde janeiro dissemos que vamos buscar apoio dos partidos que estão na base do governo Dilma. O PP integra essa base desde 2004. Logo, nada mais natural que tenhamos buscado o apoio deles também em são Paulo – esquivou-se Haddad.

Antes de anunciar o apoio ao PT, Mafuf negociava com o PSDB do ex-governador e hoje candidato a prefeito da capital paulistana, José Serra.

– Hoje não existe direita e esquerda, onde está a esquerda hoje? Na Rússia, na China que não respeita os direitos humanos? Em Cuba que deportou seus boxeadores? – respondeu o ex-prefeito ao ser questionado sobre as diferenças ideológicas entre ele e o PT. Nessa declaração, Maluf cometeu outra de suas gafes, porque não foi Cuba que deportou os boxeadores, mas o próprio governo do então presidente Lula, em 2007. Em seu discurso, Maluf fez questão de elogiar as antigas adversárias políticas: a deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP) e a senadora Marta Suplicy (PT-SP).

– Tenho muito respeito pela ex-prefeita Erundina. Cada um no seu tempo, fez coisas boas. Eu sucedi Luiza Erundina. Ela foi uma boa prefeita, correta, decente, tanto que vocês viram que na sucessão não houve nenhum tipo de perseguição. Também a prefeita Marta foi muito boa, fez os CEUs. Mas não temos que olhar pelo retrovisor e sim pelo para-brisa. Quem olha para frente não olha para trás – afirmou o ex-prefeito.

Mas este, nem sempre, foi o discurso de Maluf. Em 2000, com Marta à frente das pesquisas, a campanha do ex-prefeito espalhou outdoors pela cidade com frases que atacavam a petista. As peças diziam “Mamãe, vote em quem nunca usou drogas” e “Mamãe, vote em quem é contra o aborto”, em referências a bandeiras de Marta. Em entrevistas, Maluf também subiu o tom contra a adversária, a quem instou a revelar o que chamou de “vida devassa”. Outro episódio que ficou famoso nessa campanha foi Marta, irritada com ataques do rival no programada da Rede Bandeirantes, cravar a célebre frase:

– Cala a boca, Maluf!

Sobre Haddad, Maluf disse que é o candidato “que tem as melhores condições para resolver os problemas da cidade porque ele tem parceria com o governo federal”. O PP, partido do ex-prefeito, compõe a base aliada no âmbito federal desde o primeiro mandato de Lula. Mas Maluf negou que o apoio a Haddad tenha relação com a secretaria do Ministério das Cidades, que teria sido entregue a um aliado seu.

“Que fique claro”

Em sua página na internet, nesta segunda-feira, o militante petista e ex-ministro-chefe da Casa Civil no governo Lula José Dirceu saiu em defesa da aliança entre o PT e o PP. Segundo Dirceu, “o PP já faz parte da base de partidos do governo federal. Como fez da base aliada do governo do ex-presidente Lula, sem que mudássemos nosso programa de governo ou o rumo do Brasil. Se vamos recusar o apoio do PP por causa do deputado Paulo Maluf (PP-SP), que esse motivo fique claro. O motivo não pode ser a negação de nossa politica de alianças e de governo de coalizão. Aí seria negar nossas vitórias conquistadas graças a alianças em 2002, 2006 e 2010, bem como nossos três governos de coalizão, os dois do presidente Lula e o terceiro agora, da presidenta Dilma Rousseff”.

“Já a discussão sobre os rumos da campanha – sobre o novo – vai mal. Deflagrá-la em torno disso e em público, significa dar armas ao adversário. Melhor é fazê-lo na coordenação e na direção politica da aliança e da campanha. Estes são o foro, as instâncias apropriadas, ideais para discutir e ver como resolver uma questão dessas. Até porque tudo indica que decidiram a marca da campanha sem discussão no PT ou com os aliados. Por isso, agora começam as críticas, que procedem, mas que podem ser equacionadas mesmo com o atual slogan ou marca – o novo. Sem contar que tem de se manter atentos ao fato de que políticas para a terceira ou melhor idade e o novo não necessariamente estão ligados ao conceito de jovem”, conclui Dirceu.

Fonte: http://correiodobrasil.com.br/maluf-sorridente-ao-lado-de-lula-anuncia-apoio-da-direita-a-candidatura-de-haddad/471808/

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terça-feira, 5 de junho de 2012

Princípios Bíblicos para uma Vida de Santidade e Avivamento.

Princípios Bíblicos para uma Vida de Santidade e Avivamento.
http://opusreformata.blogspot.com.br/2012/06/principios-biblicos-para-uma-vida-de.html

Xuxa seduzindo um menino de 12 anos no filme pornográfico Amor Estranho Amor

Xuxa seduzindo um menino de 12 anos no filme pornográfico Amor Estranho Amor
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Por uma vez, concordo com os muçulmanos


Por uma vez, concordo com os muçulmanos

by O. Braga

"Muslim threats last week led Lady Gaga to cancel her planned concert in Indonesia. Because of their disapproval of Lady Gaga, some conservatives in the West have applauded this, noting that Christians there opposed her as well, and asserting that any non-Muslim society with a healthy regard for decent values would not allow to her to perform, either. Society, some argued, should hold the good, not freedom, as its highest value."
O objectivismo de Ayn Rand, que influência o libertarismo de direita, parte do pressuposto segundo o qual o princípio da liberdade, entendida como absoluto, é anti-totalitário por sua própria natureza.
Os libertários de direita vêem a sociedade como sendo composta por milhões de indivíduos, isolados, atomizados, cada qual procurando a satisfação dos seus desejos. Mas os libertários de direita não se dão conta de que os libertários de esquerda também têm uma mundividência semelhante a esta: para a esquerda libertária, a liberdade absoluta é apenas um meio para tornar possível o caos cultural e social que permita a justificação, no futuro, de uma restrição da liberdade por parte do Estado.
Os libertários de direita acreditam que se cada indivíduo — de forma isolada, e atomizada face ao Estado — procura a satisfação do seu interesse próprio mediante os mecanismos de mercado, acabará por retirar benefícios dessa procura em função do seu interesse próprio, e beneficiando também a sociedade. Desde Aristóteles que sabemos que mesmo as acções egoístas acabam por beneficiar alguém; mas isso não significa que o princípio do interesse próprio possa ser considerado um paradigma ético positivo e absoluto.
Quando os libertários de direita reduzem quase toda a realidade ao mercado, acabam por restringir a sua visão moral ao princípio do interesse próprio. Ora, isso não é liberdade: a liberdade existe com relação aos outros; não existe uma liberdade restrita exclusivamente ao indivíduo.
O. Braga | Terça-feira, 5 Junho 2012 at 3:27 pm | Categorias: A vida custa, ética, cultura, Esta gente vota, feminismo | URL: http://wp.me/p2jQx-bPZ

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